O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) proforma ficou em US$ 3,895 bilhões, com avanço de 21% ante igual período de 2025 e queda de 19% na comparação trimestral.
A companhia avalia que a evolução do lucro líquido proforma, também em US$ 1,893 bilhão, com alta anual de 29%, é explicada explicado principalmente por um aumento de US$ 683 milhões no Ebitda proforma e pela ausência de US$ 135 milhões em efeitos tributários relacionados ao desinvestimento de ativos de energia no primeiro trimestre de 2025.
“Esses efeitos positivos foram parcialmente compensados por uma variação negativa de US$ 314 milhões na marcação a mercado de debêntures participativas e derivativos e maior depreciação, amortização e exaustão, explicada por maiores vendas no primeiro trimestre”, afirma a companhia.
A receita líquida no primeiro trimestre de 2026 somou US$ 9,258 bilhões, alta de de 14% ante igual período de 2025 e queda de 16% na comparação trimestral.


