O presidente de Taiwan, Lai Ching-Te, decidiu cancelar nesta terça-feira, 21, uma viagem que faria para Eswatini, no sul da África, alegando “ações coercitivas” por parte da China para que países ao longo da rota do voo não liberassem seus espaços aéreos. “Antes da minha visita a Eswatini, vários países ao longo da nossa rota de voo revogaram abruptamente a autorização de sobrevoo sob pressão da China”, alegou o líder taiwanês em postagem no X.

Segundo Lai, apesar das “ameaças e coerção” por parte dos chineses, o governo de Taiwan segue determinado em “construir amizades ao redor do mundo com parceiros de mentalidade semelhante” e em dar “contribuições à comunidade global”.

O secretário-geral do Gabinete Presidencial, Pan Meng-an, informou mais cedo que Seychelles, Madagascar e Ilhas Maurício haviam revogado a autorização de sobrevoo do avião que levaria o presidente taiwanês a Eswatini.

*Com informações da Associated Press

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