Xi recepcionou Putin com uma cerimônia no Grande Salão do Povo. As delegações dos dois países realizaram posteriormente conversas bilaterais, seguidas por uma cerimônia para a assinatura de acordos de cooperação.
“A mensagem é claramente de que a China mantém amizade e parceria estratégica com qualquer potência que desejar, e os Estados Unidos são apenas uma delas”, disse Steve Tsang, diretor do Instituto da China na Universidade de Londres.
O assessor presidencial russo Yuri Ushakov afirmou que não havia “nenhuma conexão” entre as visitas de Trump e Putin a Pequim e ressaltou que a viagem do líder russo foi acordada após Putin e Xi conversarem por videoconferência no início de fevereiro.
Os líderes russo e chinês discutiram temas como energia e segurança, bem como o aprofundamento dos laços entre as duas nações. As duas partes concordaram em estender um tratado de amizade assinado pela primeira vez em 2001, informou a mídia estatal chinesa.
A China tornou-se o principal parceiro comercial da Rússia após a invasão da Ucrânia por Moscou, em 2022. Pequim mantém neutralidade no conflito, enquanto cultiva laços comerciais com o Kremlin, apesar das sanções econômicas e financeiras dos Estados Unidos e da Europa.
A China é o principal cliente de suprimentos de petróleo e gás da Rússia, e Moscou espera que a guerra no Irã aumente a demanda. A China também ignorou as exigências do Ocidente para parar de fornecer componentes de alta tecnologia para as indústrias de armas da Rússia. Fonte: Associated Press.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.




